9 de fevereiro de 2013

Comendo Dé Preto


É tanto que não sabe mais. O pacote integral, puramente orgânico e comestível palpável e palatável, talvez saboreável indiscutível. Não sabe a quantas partes chegou, muito parecidas reconhecidas em Dé, sem Dé, o pacote. Fatias de cortes diferentes inigualáveis distinguíveis e amáveis por características puras não fundamentadas e fundamentais como suas organicidades. Tem a ver com a primeira fatia o primeiro pedaço da vida de um pão caseiro e integral, cortado com dentes e não com serras facas, especial pela dentada incorporada estagnada involúvel para sempre. Com a segunda fatia serrada, a medição calculada e com a terceira fatia de pão a completa surpresa portanto inesperada e impensável de se pegar o tamanho em largura altura que vem, e não que vai. Há Dé e há três fatias de pão integral puramente orgânico e comestível, todas devidamente palpáveis e palatáveis, talvez saboreáveis indiscutíveis. É tanto que entrou em colapso redondo: três fatias de pão integral sobrepostas enroladas pouco ou nada compactadas, sem mastigá-las: é como Dé pretende comê-las. Comê-las sem tê-las divisíveis é grande e doloroso como engolir de uma vez três fatias de pão integral sobrepostas enroladas pouco ou nada compactadas, sem mastigá-las. É tanto que sufoca mas tão pouco que não mata. Entre o sufoco e o sufocar, exatamente o ponto de não saber mais engolir, o que envolve comer palpar palatar saborear e indiscutir. Dé sente falta da certeza e do bem-estar. Está magro feio idiótico inconversável inconversivelmente apaixonado como nunca e mal comido.